Brasília recebeu milhares de jovens de todo o país para a II Conferência Nacional da Juventude. O encontro, cuja primeira edição ocorreu em 2008, teve entre seus objetivos principais a reformulação do Plano Nacional de Juventude, apresentado em novembro de 2004 na Câmara dos Deputados (Projeto de Lei nº 4.530), mas até hoje não votado.
A conferência foi uma oportunidade para repactuar um projeto comum entre o Executivo e o Legislativo. A cidade recebeu jovens cidades, dos bairros, das favelas, indígenas, ribeirinhos, caboclos, ciganos. Jovens de todas as classes sociais.
Aproveito para cumprimentar a atuação da secretária nacional da Juventude, Severine Carmem Macedo, pelo trabalho de promoção de direitos para todas as populações, respeitando as comunidades e suas diversidades.
Os jovens brasileiros são as principais vítimas de acidentes de trânsito e com armas de fogo – especialmente os jovens negros. Existem grupos extremamente vulneráveis como os dos jovens indígenas Guarani Kaiowá no Mato Grosso do Sul, com alta incidência de suicídios. A conferência recebeu 2,1 mil delegados. Desse total, 60 foram representantes de comunidades tradicionais e isso é algo que merece destaque.